Um filho absolutista proclama ao pai monarca que quer sua independência...que não irá mais se submeter às suas ordens, porque agora ele quer passar a ditá-las...
Um povo desiludido e mau instruído passa a crer que declarando sua independência dos exploradores será livre!
E a história se repete até nossos dias...
Que independência temos? Se até nossos desejos são fabricados?
Se até a história do nosso país que nos é contada é manipulada.
Quando conseguiremos romper com as algemas da ignorância que nos deixaram de legado?
Quando sentiremos orgulho de ser uma nação que não entrega à morte suas crianças, mulheres e todo proletariado?
Quando teremos uma identidade e não uma personalidade fabricada...
Eles continuam nos matando e a gente sai com a fama de que não desiste nunca.
E por não desistir nunca, continuamos a aplaudir os que nos destróem, e a apredejar nossos próprios pares.
Independência ou morte?
Pare para pensar qual delas é a mais praticada.
Saga tiba não é apenas uma marca nacional de bebida típica brasileira. Saga tiba é a definição que procuramos, é a caminhada diária, é nossa busca eterna do ser. Saga tiba não é uma propaganda que alude a nada. Despregue-se dos padrões instituidos e entregue-se um pouco aos conflitos da alma.
06 setembro, 2010
19 agosto, 2010
aquilo que me maltrata
eu sei que já disseram que nossa dor advém daquilo que não foi vivido e idealizamos muitas vezes...
e assim como grande parte das vezes não vivemos o que idealizamos, sofremos mesmo...
algumas vezes mais intensas que outras, mas inevitavelmente a dor vêm.
assim como também já nos disseram uma série de outras coisas que acabamos armazenando em algum espaço da memória e acabamos cometendo os mesmo erros.
do mesmo modo não adianta aconselhar alguém a a não se apaixonar. apaixona-se, sofre-se sem querer...
existem alguns sentimentos que não conseguimos consolidar, outros que nos perseguem sem que se quer os busquemos.
mas me dói saber que não poderei consolidar um sentimento que não quero saber ao exato se é permanente ou passageiro, queria poder vivenciá-lo.
me dói saber que há tanta gente acomodada com aquilo que construiu sem ao menos se perguntar se isso realmente as torna felizes...
o fato de buscar a felicidade plena que há em nós não significa que farei do outro infeliz... mas tem muita gente egoísta que necessita do outro apenas para si.
não somos dependentes mas precisamos uns dos outros para nos completarmos, e é esse meu pedido e nem é a primeira vez que meu caminho se cruza com o improvável...
mas nesse momento não poder viver o que sinto quase me mata...
e esse momento é algo contínuo e pensar naquilo tudo que não vivo... não apenas me dói, mas me maltrata.
e assim como grande parte das vezes não vivemos o que idealizamos, sofremos mesmo...
algumas vezes mais intensas que outras, mas inevitavelmente a dor vêm.
assim como também já nos disseram uma série de outras coisas que acabamos armazenando em algum espaço da memória e acabamos cometendo os mesmo erros.
do mesmo modo não adianta aconselhar alguém a a não se apaixonar. apaixona-se, sofre-se sem querer...
existem alguns sentimentos que não conseguimos consolidar, outros que nos perseguem sem que se quer os busquemos.
mas me dói saber que não poderei consolidar um sentimento que não quero saber ao exato se é permanente ou passageiro, queria poder vivenciá-lo.
me dói saber que há tanta gente acomodada com aquilo que construiu sem ao menos se perguntar se isso realmente as torna felizes...
o fato de buscar a felicidade plena que há em nós não significa que farei do outro infeliz... mas tem muita gente egoísta que necessita do outro apenas para si.
não somos dependentes mas precisamos uns dos outros para nos completarmos, e é esse meu pedido e nem é a primeira vez que meu caminho se cruza com o improvável...
mas nesse momento não poder viver o que sinto quase me mata...
e esse momento é algo contínuo e pensar naquilo tudo que não vivo... não apenas me dói, mas me maltrata.
04 agosto, 2010
ao certo tudo está errado...
não há com o que se comparar...
caminhamos confiantes sem saber para onde estamos indo...
arriscamos e evitamos, apaixonamos e odiamos e isso significa que estamos vivendo...
não há o que defina.
somos indefiníveis.
mas embora saiba disso, há um sentimento que me oprime.
há padrões, há instituições, há contratos, há enlaces...
aaaaaaaaaa que pena que tenho que lidar com os outsiders da sociedade,
pois a maioria poupa sua energia e cai na maré,
enquanto a onda afoga a minoria.
os demais então gritam: sofre-se porque se quer...
claro, inevitável não pensar que são os que rompem que são ignorantes,
mas me diga afinal ao certo quem sabe o que? ou quem quer saber?
ou quem ignora o que?
caminhamos confiantes sem saber para onde estamos indo...
arriscamos e evitamos, apaixonamos e odiamos e isso significa que estamos vivendo...
não há o que defina.
somos indefiníveis.
mas embora saiba disso, há um sentimento que me oprime.
há padrões, há instituições, há contratos, há enlaces...
aaaaaaaaaa que pena que tenho que lidar com os outsiders da sociedade,
pois a maioria poupa sua energia e cai na maré,
enquanto a onda afoga a minoria.
os demais então gritam: sofre-se porque se quer...
claro, inevitável não pensar que são os que rompem que são ignorantes,
mas me diga afinal ao certo quem sabe o que? ou quem quer saber?
ou quem ignora o que?
03 julho, 2010
contra-regras nunca são lembrados...
quem sabe quem se esconde por trás das cortinas?
quem procura saber?
de quem foi a idéia do espetáculo?
quem empenhou-se na produção?
da linha que tece a roupa, à comida que leva a boca, quem preparou?
nós não nos preocupamos com os contra-regras...
nós só aprendemos a valorizar o que aparece, o que está em cena...
nenhuma cena nasce sozinha...
é preciso valorizar também quem está por trás das cortinas...
quem procura saber?
de quem foi a idéia do espetáculo?
quem empenhou-se na produção?
da linha que tece a roupa, à comida que leva a boca, quem preparou?
nós não nos preocupamos com os contra-regras...
nós só aprendemos a valorizar o que aparece, o que está em cena...
nenhuma cena nasce sozinha...
é preciso valorizar também quem está por trás das cortinas...
14 junho, 2010
por alguns instantes...
passamos por entre vidas...
entre as vidas passamos...
não podemos levá-las...
mas podemos abandoná-las?
o que se passa conosco?
como é possível pensar que somos maiores que outras vidas?
com qual direito nos enxergamos melhores que outrem?
quem você humilhou hoje?
quem você deixou de olhar nos olhos?
quem você ignorou hoje?
a vida que abandonas hoje também pode ser a sua...
quantas vezes você se abandonou pela caminhada?
OBSERVAR AS VIDAS...
OBSERVAR QUEM PASSA...
OBSERVAR COMO PASSA...
não passe correndo pela vida...
você poderá atropelar muitas outras pelo caminho...
Você também passará...
Não desperdice vidas...
entre as vidas passamos...
não podemos levá-las...
mas podemos abandoná-las?
o que se passa conosco?
como é possível pensar que somos maiores que outras vidas?
com qual direito nos enxergamos melhores que outrem?
quem você humilhou hoje?
quem você deixou de olhar nos olhos?
quem você ignorou hoje?
a vida que abandonas hoje também pode ser a sua...
quantas vezes você se abandonou pela caminhada?
OBSERVAR AS VIDAS...
OBSERVAR QUEM PASSA...
OBSERVAR COMO PASSA...
não passe correndo pela vida...
você poderá atropelar muitas outras pelo caminho...
Você também passará...
Não desperdice vidas...
05 abril, 2010
Quero falar de uma coisa, adivinha onde ela anda?
Não tenho mais coração de estudante, e não quero desmerecer Milton Nascimento, pois é um dos poucos artistas (conhecidos) brasileiros que merecem respeito...
Mas tampouco consigo a não-comunicação. Ainda insisto em expor meus sentimentos, talvez seja uma das poucas coisas que ainda tenho vontade em realizar numa sociedade tão mesquinha, hipócrita e miserável.
Eu quero falar de uma coisa que ainda não tem uma única definição em escala global, mas cada um saberá ao certo como identificá-la.
Existe uma pergunta que ainda não consigo acomodá-la: Como pode um ser vivo dotado de tantas faculdades mentais cometer tantos danos e malefícios ao próprio ambiente no qual se cria, nutre, reproduz, sobrevive e perpetua a espécie. Um mesmo ser que nem sequer tem respeito com os seus próprios pares, quanto mais com os que não apresentam as mesmas capacidades.
Isso não é indagação e nem indignação.
Essas fases já foram por mim superadas.
O que busco agora é algo para além da revolta e do questionamento do como pode?
Não sei como pode, mas é assim que é.
E é isso que dói, e é dessa coisa que preciso falar.
Essa COISA que se tornou nossas vidas, nossas histórias e nossas perspectivas.
Essa COISA que nos tira o sono por ter tantas contas, tantos descontos e tanto descaso.
Essa COISA que aperta nosso peito e nos faz termos vergonha do mundo que vivemos.
Essa COISA em que transformaram nossos valores, nossa dignidade e nosso respeito.
TUDO PODE SER CONSUMIDO.
TUDO PODE SER TROCADO.
TUDO PODE SER USADO.
Valores ecônomicos em todas esferas de nossas vidas. Principalmente em nossos relacionamentos.
Vergonhosamente eu quero registrar essa história, esse sentimento que a atual sociedade tecnocrata, burocrata e burguesa vem transformando a cada momento, e na qual infelizmente eu estou incluida.
Isso não é nosso mundo. Essa não deve ser nossa vida.
Isso não merece ser acomodado. Isso merece ser transformado.
Queria mandar essa COISA para o inferno, mas tenho pena do diabo.
Mas tampouco consigo a não-comunicação. Ainda insisto em expor meus sentimentos, talvez seja uma das poucas coisas que ainda tenho vontade em realizar numa sociedade tão mesquinha, hipócrita e miserável.
Eu quero falar de uma coisa que ainda não tem uma única definição em escala global, mas cada um saberá ao certo como identificá-la.
Existe uma pergunta que ainda não consigo acomodá-la: Como pode um ser vivo dotado de tantas faculdades mentais cometer tantos danos e malefícios ao próprio ambiente no qual se cria, nutre, reproduz, sobrevive e perpetua a espécie. Um mesmo ser que nem sequer tem respeito com os seus próprios pares, quanto mais com os que não apresentam as mesmas capacidades.
Isso não é indagação e nem indignação.
Essas fases já foram por mim superadas.
O que busco agora é algo para além da revolta e do questionamento do como pode?
Não sei como pode, mas é assim que é.
E é isso que dói, e é dessa coisa que preciso falar.
Essa COISA que se tornou nossas vidas, nossas histórias e nossas perspectivas.
Essa COISA que nos tira o sono por ter tantas contas, tantos descontos e tanto descaso.
Essa COISA que aperta nosso peito e nos faz termos vergonha do mundo que vivemos.
Essa COISA em que transformaram nossos valores, nossa dignidade e nosso respeito.
TUDO PODE SER CONSUMIDO.
TUDO PODE SER TROCADO.
TUDO PODE SER USADO.
Valores ecônomicos em todas esferas de nossas vidas. Principalmente em nossos relacionamentos.
Vergonhosamente eu quero registrar essa história, esse sentimento que a atual sociedade tecnocrata, burocrata e burguesa vem transformando a cada momento, e na qual infelizmente eu estou incluida.
Isso não é nosso mundo. Essa não deve ser nossa vida.
Isso não merece ser acomodado. Isso merece ser transformado.
Queria mandar essa COISA para o inferno, mas tenho pena do diabo.
19 março, 2010
Não-comunicação existe?
o que dizer quando não se quer mais comunicar nada?
quando não se quer apresentar mais contentamento ou descontentamento...
quando parece que tudo perpassa mas nada faz sentido...
quando parece que os sentidos não querem sentir mais nada.
quando o tempo parece que não anda ao mesmo tempo que não para.
nada mais depende do que eu faço.
faz-se tanto para nenhum registro, nenhum aviso, nenhum retrato.
são só papéis, são só discursos, são só boatos.
eu não quero mais falar.
a ignorância de muitos gera minha mudez ordinária.
enquanto eu me calo os cretinos e cretinas falam, gritam, riem e estravazam.
eu ainda os ouço, porque não consegui desenvolver minha surdez abstrata.
o mundo está perdido e no momento eu não quero encontrá-lo.
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