"Não vou me deixar embrutecer
Eu acredito nos meus ideais
Podem até maltratar meu coração
Que meu espírito ninguém vai conseguir quebrar!" (Legião)
Em nossa luta diária existem pessoas que pensam em nos trapacear, que não suportam conviver conosco, e que nos invejam por aquilo que alcançamos...
Para todas elas que vivem empacadas correndo atrás do próprio rabo, eu sigo meu caminho, e para aquelas outras que caminham e acreditam na caminhada que escolheram, seremos companheiras, mesmo se em alguns momentos existiram algum desentendimento, mas isso não altera o nosso caráter, é preferível gente assim que joga limpo e fala o que sente para o outro, ouvindo também, pois todos temos defeitos... o que importa é não esquecermos que a vida é composta por lutas, mas não desleais, pois quando a luta é digna, não há porque esconder quem somos.
E neste caminho, daqueles que lutam, brindaremos nossas vitórias um dia... sem trapaças, pois as nossas atitudes definem quem somos... enquanto outros se econtrarão para o lamento.
E assim vamos aprendendo com as poesias...
Saga tiba não é apenas uma marca nacional de bebida típica brasileira. Saga tiba é a definição que procuramos, é a caminhada diária, é nossa busca eterna do ser. Saga tiba não é uma propaganda que alude a nada. Despregue-se dos padrões instituidos e entregue-se um pouco aos conflitos da alma.
19 abril, 2012
29 janeiro, 2012
Como se aprende poesia?
Em que consiste a poesia?
Talvez ela seja como a relatividade...
Alguns vão dizer que ela não tem consistência nenhuma...
Outros irão dizer que ela se consiste em palavras...
E outros que ela se consiste em sentimentos...
E há quem dirá não saber nada a respeito...
DOR.
AMOR.
ÓDIO.
ALEGRIA.
E mais uma infindável lista de sentimentos que se consiga atribuir.
E os sentimentos são meros construtos pessoais?
Baseados em quê construímos, ou, alimentamos nossos desejos?
Como poderemos nos conhecer sem aprender sobre os construtos...
Em que se consiste um desejo?
No que interfere o meu desejo?
Em que se consiste o que posso desejar?
A nossa mente cria o nosso mundo?
Seríamos então deuses e deusas de nossas criações?
Há que se tomar um certo cuidado com nossas onipotências...
Senão, a nossa vida será um mero construto pessoal.
E não aprenderemos sobre poesias.
Talvez ela seja como a relatividade...
Alguns vão dizer que ela não tem consistência nenhuma...
Outros irão dizer que ela se consiste em palavras...
E outros que ela se consiste em sentimentos...
E há quem dirá não saber nada a respeito...
DOR.
AMOR.
ÓDIO.
ALEGRIA.
E mais uma infindável lista de sentimentos que se consiga atribuir.
E os sentimentos são meros construtos pessoais?
Baseados em quê construímos, ou, alimentamos nossos desejos?
Como poderemos nos conhecer sem aprender sobre os construtos...
Em que se consiste um desejo?
No que interfere o meu desejo?
Em que se consiste o que posso desejar?
A nossa mente cria o nosso mundo?
Seríamos então deuses e deusas de nossas criações?
Há que se tomar um certo cuidado com nossas onipotências...
Senão, a nossa vida será um mero construto pessoal.
E não aprenderemos sobre poesias.
26 outubro, 2011
ReCoRtEs PoÉtIcOs
"Dos cegos do castelo me despeço e vou...
A pé até encontrar
Um caminho, um lugar
Pro que eu sou..."
Um caminho, um lugar
Pro que eu sou..."
"Nossa caminhadura
Dura caminhada
Pela noite escura..."
Dura caminhada
Pela noite escura..."
"Nas noites escuras
De frio chorei, ei , ei...
De frio chorei, ei , ei...
A vida ensina
E o tempo traz o tom
Pra nascer uma canção
Com a fé do dia a dia
Encontro a solução,
Encontro a solução..."
E o tempo traz o tom
Pra nascer uma canção
Com a fé do dia a dia
Encontro a solução,
Encontro a solução..."
Assim faz-se as primaveras...
"E eu vou cuidar, eu cuidarei muito bem dele,
Eu vou cuidar do seu jardim..."
Eu vou cuidar do seu jardim..."
E caminhando se faz o caminho...
"O amor da gente
É como um grão...
É como um grão...
Tem que morrer pra germinar
Plantar nalgum lugar
Ressuscitar no chão
Nossa semeadura
Quem poderá fazer
Aquele amor morrer?
Plantar nalgum lugar
Ressuscitar no chão
Nossa semeadura
Quem poderá fazer
Aquele amor morrer?
Se o amor é como um grão
Morre, nasce trigo
Vive, morre pão"
Morre, nasce trigo
Vive, morre pão"
"Com a fé do dia a dia
Encontro a solução...
Encontro a solução...
Encontro a solução...
...É tudo que eu quero pra mim
Tudo que eu quero pra mim..."
Tudo que eu quero pra mim..."
Tudo é muita coisa, mas hoje o desabrochar se faz absoluto!
(Cegos do castelo, Drão e Estrada - Recortes para este momento da caminhada)
23 fevereiro, 2011
A viagem...
Por um tempo ausente de costumes, cheiros e vivências do lado de cá...
Por uma abertura à um mundo desconhecido ao vivo que antes só pudera ser explorado pelas páginas de um livro...
No único país socialista do mundo, eu consegui chegar... histórias antigas e novas, visões e sensações aconchegantes e a incomodar...
De volta para cá... não tem como não ficar a analisar... cada viagem é uma aprendizagem!
Por uma abertura à um mundo desconhecido ao vivo que antes só pudera ser explorado pelas páginas de um livro...
No único país socialista do mundo, eu consegui chegar... histórias antigas e novas, visões e sensações aconchegantes e a incomodar...
De volta para cá... não tem como não ficar a analisar... cada viagem é uma aprendizagem!
12 janeiro, 2011
Perdas e ganhos...
perdas e ganhos são:
Símbolos e sonetos.
Sombras e sons.
Sonhos e sono.
Sorte e sorrisos.
Socos e sedas.
Secos e suaves.
Sublime e sóbrios.
São seus e são suas.
São nossos e são Só.
Mas são fatos, histórias, vivências...
que mesmo a letra S do plural,
se sozinha não contempla.
Pois lembramos e esquecemos;
Acreditamos e duvidamos;
Matamos e revivemos.
E eles estarão junto de tudo o que há
e que se pronuncia pela boca:
Dentro das nossas contradições,
das nossas canções
e das nossas criações barrocas.
Símbolos e sonetos.
Sombras e sons.
Sonhos e sono.
Sorte e sorrisos.
Socos e sedas.
Secos e suaves.
Sublime e sóbrios.
São seus e são suas.
São nossos e são Só.
Mas são fatos, histórias, vivências...
que mesmo a letra S do plural,
se sozinha não contempla.
Pois lembramos e esquecemos;
Acreditamos e duvidamos;
Matamos e revivemos.
E eles estarão junto de tudo o que há
e que se pronuncia pela boca:
Dentro das nossas contradições,
das nossas canções
e das nossas criações barrocas.
30 novembro, 2010
INDEFINÍVEL
Não caibo mais em mim.
Não caibo em espaço algum.
Sou INCOMPREENSÍVEL.
Não pertenço mais a mim.
Não pertenço a mais ninguém.
Sou INCOMPATÍVEL.
Não entendo mais a mim.
Não entendo a mais ninguém.
Sou INADMISSÍVEL.
Não sei mais quem sou.
Não sei mais o que sei.
É INDEFINÍVEL.
Não caibo em espaço algum.
Sou INCOMPREENSÍVEL.
Não pertenço mais a mim.
Não pertenço a mais ninguém.
Sou INCOMPATÍVEL.
Não entendo mais a mim.
Não entendo a mais ninguém.
Sou INADMISSÍVEL.
Não sei mais quem sou.
Não sei mais o que sei.
É INDEFINÍVEL.
08 novembro, 2010
VERBOS...
Transitivos ou intransitivos os verbos nos direcionam.
Verbalizo o que consigo, mas confesso que sou limitada.
Transito por entre os corpos mas muitas vezes intransito minha própria alma.
Conhece-te a ti mesmo ainda é uma charada.
Conhecemos de nós tão pouco, mas como gosto de novos conhecimentos...
O verbo de sempre é estar. Eu estou sendo... mesmo que eu seja.
E mesmo quando inerte estou num mundo em movimento.
Porque de instransitivo só mesmo os verbos.
Pois a carne sempre transita.
Verbalizo o que consigo, mas confesso que sou limitada.
Transito por entre os corpos mas muitas vezes intransito minha própria alma.
Conhece-te a ti mesmo ainda é uma charada.
Conhecemos de nós tão pouco, mas como gosto de novos conhecimentos...
O verbo de sempre é estar. Eu estou sendo... mesmo que eu seja.
E mesmo quando inerte estou num mundo em movimento.
Porque de instransitivo só mesmo os verbos.
Pois a carne sempre transita.
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